A ciência conhece um único comando: contribuir com a ciência.

Bertold Brecht

Houve por volta de 1860 um grande bartender chamado Jerry Thomas, conhecido como o pai da coquetelaria.

Prova disso não são relatos passados por gerações, mas sim um livro, publicado pelo mesmo. O primeiro livro de coquetelaria.

 

Toda a efervescência da mixologia começou nos blogs, várias pessoas produzindo, testando produções de outros, melhorando e comprovando o conhecimento conhecido.

 

A influência dos blogs é incontestável, está lá uma infinidade de conhecimento e motivação para todos. Qualquer um que queira aprender a fazer um coquetel tem ótimas fontes pra aprender e inclusive aperfeiçoar-se, basta procurar bem.

Robert Hess , Jeffrey Morgenthaler, Jamie Boudreau, Andrew Bohrer e muitos outros falam do básico ao avançado.

 

Muitos se questionam sobre a existência de uma coquetelaria tipicamente brasileira, ou simplesmente um conhecimento feito por brasileiros e para brasileiros.

Existe, sim. Tony Harion, Marco de la Roche, Paulo Freitas, Junior WM, pra citar alguns.

 

Ainda assim, como lá fora, grande parte do conhecimento é apresentado à grande população de maneira “errada”. Não desfazendo da iniciativa de divulgar a mixologia, mas isso acaba se voltando contra os barmen.

Quem for buscar em fontes erradas irá aprender errado, e se não houver correção quem sofre é o cliente. Manhattan batido e sem Angostura, Old fashioned completado com água com gás, mixes pre-prontos, por ai vai.

 

Os brasileiros precisam de um conhecimento, gerado para ele, de alta qualidade para aumentar a qualidade e divulgar o bom coquetel.

Elevar o padrão!

 

Gostaria de divulgar e fazer um brinde à inciativa do Mentes Brilhantes.

Não é apenas uma série de palestras para quem pode. É para quem quer.

E mais, tudo vai ser filmado: produção de conhecimento sendo registrada pra todos!

 

Nossa missão é inspirar pessoas a se tornarem Mentes Brilhantes.