As bebidas amargas cada vez mais caem no gosto contemporâneo.

A seguir uma seleção de coquetéis que tem como base os amaro, bebidas compostas de base alcoólica adoçada e infusa com sabores amargos e outros botânicos.

Alguns exemplos são: Campari, Aperol, Cynar, Fernet, Jägermeister, Underberg, Brasilberg, Paratudo e Amaroguta. Além dos importados Averna, Picon, Suze, Lucano e muitos outros de dificil obtenção em território brasileiro.

Os coquetéis apresentam alguns expoentes desta classe de bebida e abrangem diversos espectros de equilíbrio.

 

1.JÄGERITA

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50ml Jägermeister

25ml Licor de laranja

25ml suco de limão tahiti.

Bater os ingredientes vigorosamente com gelo e coar para taça coquetel resfriada.

 

2.TERESA

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50ml Campari

25ml licor de cassis

25ml suco de limão tahiti

Bater os ingredientes vigorosamente com gelo e coar para taça coquetel resfriada.

Este coquetel criado por Rafael Ballesteros ficou famoso por aparecer no livro “The Joy of Mixology”. Pessoalmente prefiro substituir o licor de cassis por um bom licor de jabuticaba.

 

3.CYNAR JULEP

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60ml Cynar

15ml suco de limão tahiti

15ml xarope de açúcar

10 folhas de hortelã

100ml suco de grapefruit

Macerar o hortelã com o açúcar no fundo do copo. Adicionar os demais ingredientes, completar com gelo moído e misturar. Decorar com ramo de hortelã.

Esta versão de um Mojito é famosa por toda Buenos Aires e foi criado por Renato ‘Tato’ Giovannoni.

4. FERNANDO

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30ml Fernet Branca

30ml Vermute Bianco

15ml licor de baunilha

Mexer com gelo e servir em taça coquetel resfriada. Decorar com ramo de hortelã.

Criado no bar Employees Only em 2007.

 

5.SEARCH FOR DELICIOUS

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45ml Cynar

30ml Punt & Mes

05~10ml suco de limão siciliano

2~6 dashes Orange Bitters

1 pitada de sal.

Misturar com gelo e servir em copo baixo com gelo novo. Decorar com casca de limão siciliano.

Este coquetel é uma variação do Bitter Giuseppe, de Stephen Cole (2007). Aparece no livro Beta Cocktails de Cole e Kirk Estopinal como um experimento de equilíbrio de amargor.
Sugiro a leitura deste texto do querido Tony Harion para compreender melhor as diversas variáveis em jogo nesta receita.

Qual seu coquetel a base de amaro favorito? Divida conosco nos comentários.

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